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O GRANDE DESAFIO DAS NOSSAS EMPRESAS E DO BRASIL " PRODUTIVIDADE".

Um século depois, a obsessão de Ford pelo aumento de produtividade de homens e máquinas continua a ser um mantra. Do chão de fábrica, ela migrou para a agricultura, para a construção e para os serviços — e ganhou a dimensão das nações. Hoje, a produtividade é vista como uma medida da eficiência no uso de fatores como o capital e o trabalho.

A capacidade de fazer mais com os recursos disponíveis se tornou também um atalho para o desenvolvimento. “A melhor maneira de um país enriquecer é conseguir que cada trabalhador produza mais”, diz o economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Princeton.

A má notícia é que o Brasil, país de renda média que almeja ser rico um dia, emperrou nesse quesito. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, a produtividade brasileira está estagnada há três décadas. Nos anos 80, ela encolheu 1,35% ao ano. Continuou a cair à média de quase 1% ao ano na década seguinte.

A produtividade do trabalhador brasileiro caiu "dramaticamente" em 2012. A constatação é do centro de pesquisas ConferenceBoard. Levantamento anual diz que o fraco crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e o contínuo aumento do emprego explicam a piora do desempenho nacional no ano passado. Os dados vão na contramão do discurso do governo que passou a ressaltar o aumento da competitividade nos últimos meses.

"O declínio mais dramático na América Latina foi no Brasil, que mostrou queda no nível de produção por pessoa empregada de 0,3% em 2012, após a desaceleração vista em 2010 e 2011", destaca o relatório. Com isso, a produtividade média do brasileiro ficou em 18,4% do desempenho médio de um trabalhador norte-americano. O movimento foi contrário à tendência global, já que a produtividade média mundial subiu 1,8% no ano, para 26,2% do observado nos Estados Unidos.

A pesquisa argumenta que a piora brasileira é fruto do fraco crescimento econômico somado à contínua melhora do mercado de trabalho. "O declínio da produtividade no Brasil foi o resultado da desaceleração da produção que cresceu cerca de 1% em 2012, ano em que o emprego cresceu 1,3%", diz o relatório,e o ganho do trabalhador subiu 8,9%. Ou seja, a produtividade caiu porque o número de trabalhadores aumentou em ritmo maior do que a produção. Assim, cada empregado acabou produzindo menos que um ano antes e ao mesmo tempo conseguiu aumentar o seu salário.

O aumento da produtividade é uma condição fundamental para o crescimento sustentado. Entre os fatores que contribuíram para o desempenho pífio da produtividade no país estão as deficiências de educação e infraestrutura.

Apesar de todos os avanços tecnológicos, o Brasil ainda tem uma baixa absorção de tecnologia e inovação em muitos setores, sem contar com as dificuldades burocráticas para abrir empresas.

"O país precisaria crescer 4% ao ano para acomodar os aumentos salariais e competir com os produtos importados. O Brasil está se dando ao luxo de ter os maiores custos de produção do mundo, matando a indústria", diz Júlio Gomes de Almeida, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

O trabalhador brasileiro em média gera um quinto da riqueza gerada pelo americano. Para se tornar uma nação rica, o Brasil precisa aprender a produzir com mais eficiência

Crescimento sustentado

O aumento da produtividade é uma condição fundamental para o crescimento sustentado. Entre os fatores que contribuíram para o desempenho pífio da produtividade no país e das empresas estão as deficiências de educação e infra estrutura;  Além disso, o Brasil ainda tem uma baixa integração com a economia global.

Fonte: Brasil Econômico.
Estadão /Revista Exame

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